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Serviço de oncologia é inaugurado no Hospital Regional de São Miguel do Oeste

O atendimento vai iniciar de forma gradativa, com o funcionamento pleno previsto para janeiro do ano que vem. Atendimento abrange 30 municípios e cerca de 230 mil habitantes

São Miguel do Oeste - 09/08/2018 18:16 (atualizado em 09/08/2018 18:29)
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Inauguração ocorreu na manhã desta quinta-feira Foto: Ascom/Hospital Regional


Com o prestígio da comunidade, autoridades e imprensa, foi inaugurado nesta quinta-feira, 09, o setor de oncologia do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste, administrado pelo Instituto Santé. O aditivo que garante o repasse mensal de R$ 432 mil do Governo do Estado para os primeiros seis meses de atendimento também foi assinado pelo secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

A partir de janeiro de 2019, o repasse será de R$ 865 mil para os serviços de cirurgias, quimioterapia/infusões, consultas ambulatoriais e exames como ultrassonografia, endoscopias entre outros.

“O que hoje se formaliza através desta solenidade, é a continuidade de um sonho da população do Extremo Oeste catarinense. Para nós do Instituto Santé, à frente da gestão do Hospital e do serviço oncológico, é uma grande honra participar e contribuir para a concretização deste momento”, afirma o membro do Conselho de Administração do Instituto Santé, Fábio Ivonei Lunkes.

Em São Miguel do Oeste, foi implantada uma Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). “A partir da próxima semana estaremos com a agenda aberta para consultas, podendo receber os primeiros pacientes” explica a diretor técnica do Hospital, Katia Bugs.

São cerca de 30 multiprofissionais atuando no setor, podendo chegar em até 60 colaboradores no ano que vem. Dois médicos oncológicos, sendo um cirurgião e outro clínico, estarão à disposição dos pacientes, juntamente com uma dezena de médicos especialistas que vão contribuir em suas áreas.

“Estamos preparados para atender a população. Vamos receber, inicialmente, pacientes novos e adultos. Isso é um protocolo seguido para que não haja nenhum prejuízo no tratamento. Cânceres hematológicos, como leucemia e linfoma, por exemplo, bem como os infantis e que necessitam de radioterapia permanecem com encaminhamentos para suas unidades de referência”, esclarece o cirurgião oncológico e responsável técnico da oncologia, Vinicius Negri Dall’Inha.

Fonte: TV GC

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