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Resiliência

Familiaridades - 14/09/2018 09:00


O mês de setembro foi “adotado” para ser o mês da campanha de prevenção do suicídio, sendo assim, foi denominado setembro amarelo. Iniciou em Brasília em 2015. Pouco se fala no assunto, ainda é tabu falar em assuntos que envolvem as doenças mentais e ou o sofrimento psicológico, assim como o próprio suicídio, mesmo com a grande quantidade de pessoas que perdem suas vidas e que vivenciamos todos os dias, meses e anos em nossas cidades e regiões. 

Qual é mesmo o motivo para isso? Muitas podem ser as conclusões e até julgamentos, mas é preciso deixar claro que o suicida não é um (a) covarde, e sim alguém que não conseguiu lidar com a sua dor, que o matava todos os dias! Eu diria, pela minha experiência profissional, que uma das causas é o desespero em seus próprios pensamentos, que promove esse tipo de atitude contra si mesmo. Mas para que isso não ocorra em nossa própria vida, é preciso que tenhamos duas coisas: A capacidade de lidarmos com as perdas e frustrações, assim como desenvolver uma resiliência.

Mas o que é resiliência?

É a capacidade de voltar ao seu estado natural ou transformar-se em melhor ainda, principalmente após alguma situação crítica e fora do comum.

A resiliência é também uma capacidade de cada pessoa lidar com seus problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, discussões, desprezos...  Sem entrar em desespero psicológico ou desiquilíbrio mental... Dando condições para enfrentar e superar adversidades e dificuldades.

A resiliência de um indivíduo dependerá da interação de sistemas adaptativos complexos, como o círculo social, família, cultura, entre outros. Sendo que esta pode se apresentar ou não em vários domínios da vida de uma pessoa (saúde, trabalho, escola, trabalho...) e variar ao longo do tempo. 

Não nascemos com resiliência, desenvolvemos e aprendemos a mantê-la!


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