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REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EPAGRI

São Miguel do Oeste - 01/07/2020 10:44


No dia 23/06/2020 participei da última reunião do Conselho de Administração da Epagri como representante dos funcionários da Epagri, onde tive a honra de representá-los por dois mandatos que se iniciou no dia 11/08/2015 e encerrou no dia 23/06/2020, totalizando 4 anos, 9 meses e 23 dias.

Ao longo destes quase 5 anos me dediquei o máximo em representar com eficiência, coerência, ética, responsabilidade e comprometimento. Foram mais de 10 reuniões do conselho, 3 audiências públicas, reuniões com dirigentes, sindicatos, Faper, associações, EIFE, Casacaresc, comitê da UGT9 e eventos diversos.

Foi uma honra poder representar os funcionários no Conselho de Administração, sempre com firmeza e respeito discutindo cada ponto de pauta e levando as reivindicações dos funcionários. A distância nunca foi um empecilho para ir nas reuniões e eventos, aliás era uma motivação a mais.

Agradeço a todos os funcionários que confiaram em mim e me elegeram por dois mandados. Agradeço a minha primeira suplente Brandeli Maria Merigo (2015 à 2017) e  Lilian Maria Sbecker Rodrigues (2017 à 2020). Agradecer a parceria com o diretor da DDI eleito no mesmo período Ivan Luiz Zilli Bacic e suas suplentes (Neiva Dalla Vechia e Roberta Ramos). Agradeço a diretoria executiva e aos conselheiros que sempre buscamos o diálogo, sem deixar de cobrar melhorias para termos uma Epagri maior e melhor. Agradecer aos gerentes da Regional de São Miguel do Oeste que me apoiaram me todas as minhas participações como conselheiro.

Por fim Desejamos sucesso aos eleitos para o conselho de administração Ester Wickert (Titular) e Nade Clarice Rosa Luciano (Suplente) e Diretor da DDI Célio Haverroth (Titular) e Dulcineia Cenci (Suplente). Bem como desejamos sucesso a nova diretoria executiva e demais conselheiros.

Agora me dedico exclusivamente ao meu cargo de Extensionista Rural no município de Bandeirante no extremo oeste catarinense, ao qual trabalho a quase 18 anos. Coloco-me a disposição para contribuir no que for necessário e estiver ao meu alcance. Um abraço a todos. José Clóvis Moreira. Conselheiro eleito do Conselho de Administração da Epagri (2015 à 2020).


ORGANOGRAMA DA ESTRUTURA DA EPAGRI



A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI – é uma empresa pública, vinculada ao Governo do Estado de Santa Catarina por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. A criação da Empresa, em 1991, uniu os trabalhos de pesquisa e extensão rural e pesqueira, somando décadas de experiência em diferentes áreas e fortalecendo ainda mais o setor.

A empresa conta com aproximadamente 1.732 funcionários distribuídos entre 16 regionais que apoiam a execução das atividades finalísticas, através de 04 macro programas e 11 programas institucionais, que produzem tecnologias, produtos e serviços a disposição das famílias rurais e pesqueiras catarinense.  Além disso, conta com 13 centros de treinamentos, 09 estações experimentais e 04 centros especializados. 

O organograma organizacional da Epagri é formado da seguinte maneira: assembleia dos acionistas, conselho fiscal, conselho de administração, diretoria executiva composta pela presidente e 4 diretores, departamentos estaduais e gerencias regionais.


SPDH É APRESENTADO AO BRASIL



Difundido como uma transição da agricultura convencional para a agroecológica, o SPDH (Sistema de Plantio Direto de Hortaliças) permite reduzir o uso de agrotóxicos e adubos altamente solúveis até eliminá-los das lavouras. O segredo é promover a saúde da lavoura com práticas voltadas para o conforto das plantas. Isso significa reduzir o estresse relacionado a fatores como temperatura, umidade, salinidade e PH do solo, luminosidade e ataque de pragas e doenças. Se a planta fica mais resistente, exige menos insumos para se desenvolver de forma adequada.

O sistema prevê uma série de práticas conservacionistas. A principal é a proteção permanente do solo com palhada, utilizando plantas de cobertura (os adubos verdes) para formar biomassa. Também são mantidos na área de plantio os restos vegetais de culturas anteriores. Cada hectare de horta precisa de, pelo menos, 10t de palha por ano. O revolvimento do solo é restrito à linha de plantio e, nessa área, o olericultor deve praticar rotação de culturas.

Além de proteger o solo, as plantas de cobertura servem de alimento para macro e microrganismos, aumentam a concentração de matéria orgânica, reduzem o surgimento de plantas espontâneas e mantêm a umidade e a temperatura mais estáveis.

Esta tecnologia foi apresentada no último domingo em rede nacional no globo rural por se tratar de uma produção limpa e sustentável com ganhos incríveis tanto nos aspecto social, econômico e ambiental. A reportagem traz os resultados positivos do sistema obtidos pelas famílias da região de Angelina no litoral catarinense.

Na nossa região extremo oeste já temos algumas inciativas de produção usando a tecnologia do SPDH, principalmente na produção de melancia, repolho e maracujá. Mas precisamos avançar muito e para que isso aconteça é necessário que as famílias rurais acreditem na viabilidade deste sistema. A Epagri disponibiliza de técnicos para assessorar os produtores e inclusive o governo do estão possui recursos para fazer o plantio de cobertura do solo. Então os interessados devem procurar os escritórios municipais da Epagri e buscar as orientações necessárias.


 GOVERNO DO ESTADO MONITORA NUVEM DE GAFANHOTOS NA ARGENTINA

Já não restava a pandemia da Covid-19 que está deixando todos apreensivos e que mudou a vida e a rotina de toda população do Brasil e do mundo. Agora surge a notícia da nuvem de gafanhotos que circula na Argentina. A notícia pegou todos de surpresa e deixa a população do sul do país, principalmente os que vivem no meio e as autoridades de alerta.

Em conversa com agricultores mais velhos nos contaram que a muitos anos atrás, aproximadamente mais de 60 anos já ocorreu um surto de gafanhotos no Brasil e que a situação não foi fácil para controlar e combate-los, pois os mesmos causam muitos danos as plantas, mas enfim vamos aguardar para ver  situação e torcer para que realmente não apreçam aqui no Brasil.

A preocupação existe, mas o Governo de Santa Catarina está de olho e na semana passada realizou a primeira reunião de trabalho para planejar as ações de resposta, diante da possibilidade de ingresso da nuvem de gafanhotos migratórios que está em deslocamento no território argentino. O encontro foi realizado de forma virtual e contou com a participação de representantes da Defesa Civil Estadual (DCSC), Epagri, Cidasc, Secretaria de Estado da Agricultura e Corpo de Bombeiros Militar.

Segundo especialistas da área, a possibilidade de chegada em Santa Catarina é remota. Mesmo assim, o monitoramento da nuvem será realizado de forma preventiva, com a integração dos órgãos envolvidos e coordenado pelo Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD).

O Governo do Estado mantém contato e possui informações fornecidas pelo Serviço Nacional de Segurança e Qualidade Alimentar da Argentina (SENASA), pelo Ministério da Agricultura do Brasil e a Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul.

Caso exista necessidade, a Defesa Civil e a Secretaria da Agricultura emitirão alertas para os agricultores e profissionais. Os produtores rurais que tiverem qualquer suspeita em relação à chegada de uma “nuvem de gafanhotos” podem procurar os escritórios municipais da Cidasc ou Epagri.


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