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Padre Pedro pede celeridade em projeto que visa reduzir uso de agrotóxicos

“Defendemos que os alimentos saudáveis estejam à disposição das famílias e queremos incentivar, de modo muito especial, as famílias camponesas ligadas à agricultura familiar e os pequenos agricultores a produzir alimentos com o uso dos produtos chamados biológicos, ligados à vida.”

Estado - 17/06/2021 07:33

Deputado Padre Pedro Baldissera


O deputado Padre Pedro Baldissera (PT) pediu nesta terça-feira (15), na sessão plenária na Alesc, celeridade aos parlamentares na tramitação do projeto de lei que institui o Programa Estadual de Redução do Agrotóxico (Proera), em Santa Catarina.

Este programa tem a finalidade de coordenar e estimular a execução de ações de transição para a produção agroecológica e que contribuam progressivamente para a redução do uso de agrotóxicos na agricultura, na pecuária, no extrativismo e nas práticas de manejo dos recursos naturais.

“Defendemos que os alimentos saudáveis estejam à disposição das famílias e queremos incentivar, de modo muito especial, as famílias camponesas ligadas à agricultura familiar e os pequenos agricultores a produzir alimentos com o uso dos produtos chamados biológicos, ligados à vida.”

Segundo o deputado, a preocupação de levar comida saudável à mesa dos trabalhadores e trabalhadoras tem a adesão de toda a sociedade mundial, não só de Santa Catarina ou do Brasil. “Nenhum pai ou mãe daria a seu filho qualquer alimento para ser consumido com resíduo de agrotóxico.”

Padre Pedro disse também que não são só os cidadãos e cidadãs que vão agradecer, “mas a mãe terra, a mãe água, o ar, a natureza e todo o universo.” Ele espera que, além da tramitação normal do projeto na Alesc, que ele seja sancionado pelo governo e que esta proposta se torne lei no Estado.

“Não podemos continuar alimentando a população com veneno, pois as consequências serão drásticas para a vida das pessoas e o ambiente ao qual fazemos parte.”

Segundo Padre Pedro, a região do extremo oeste de SC, na fronteira com a Argentina, teve um acréscimo de 800 novos casos de câncer por ano e muitos vêm a óbito. “Isso é lamentável! Temos que preservar a vida, o bem estar do nosso povo e da nossa gente.”

Fonte: Ascom
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