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Meteoro cruza o céu de Santa Catarina; veja vídeo da “bola de fogo”

Durante cerca de três segundos, a bola de fogo brilhou intensamente, antes de desaparecer sobre o oceano Atlântico. De acordo com a estação de monitoramento de Monte Castelo, a velocidade do meteoro foi estimada em 60 mil km/h.

Espaço - 14/09/2021 15:19 (atualizado em 14/09/2021 15:20)


Foto: Divulgação


Embora meteoros caiam o tempo todo na Terra, o fenômeno é muito mais comum de ser testemunhado à noite. Alguns, no entanto, por serem são tão brilhantes, podem ser vistos mesmo com a luz do dia. E foi isso que aconteceu na última sexta-feira (10), na cidade de Monte Castelo, em Santa Catarina.


Por volta das 18h40, começava a anoitecer no município, e ainda estava relativamente claro, quando uma bola de fogo surgiu rasgando o céu. O fenômeno foi testemunhado por vários moradores da cidade e registrado pela estação de monitoramento.


Nas imagens, é possível ver Júpiter (o ponto luminoso logo acima do meteoro). O planeta poderá ser facilmente observado neste horário durante os próximos dias. 


Bola de fogo foi episódio esporádico e não fazia parte de uma chuva de meteoros

Durante cerca de três segundos, a bola de fogo brilhou intensamente, antes de desaparecer sobre o oceano Atlântico. De acordo com a estação de monitoramento de Monte Castelo, a velocidade do meteoro foi estimada em 60 mil km/h.


Segundo Marcella Duarte, em colaboração ao site Tilt, da Uol, o astrônomo amador Jocimar Justino de Souza, dono da estação, localizou as imagens ao ser alertado por uma pessoa que viu a queda do meteoro. 


“Assim que ouvi o relato, já achei o registro, pelo horário. O fenômeno teve muitas testemunhas devido ao horário. Só em Monte Castelo, pelo menos seis pessoas relataram. Por causa do brilho elevado, sem dúvidas também foi observado em outras cidades e também estados vizinhos”, acredita Souza. 


Ele explica o que é o fireball (bola de fogo, em tradução literal). “Trata-se de um fragmento maior de rocha espacial, que queima ao adentrar nossa atmosfera. Neste caso, provavelmente, foi um meteoro esporádico, que não pertence a nenhuma chuva de meteoros catalogada até o momento”. 


De acordo com o astrônomo, que faz parte da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), esses são justamente os meteoros de maior relevância para seus estudos.

Fonte: Olhar Digital
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